terça-feira, 22 de março de 2011

Enterrado vivo?


Enterrado vivo?

É possível que pessoas vivas sejam enterradas vivas?

Infelizmente, sim. É a chamada “Síndrome de Lázaro”, ou “Catalepsia Patológica”. É um raro distúrbio onde os músculos da pessoa se tornam rijos ou amolecem. Não há sinais que indicam que o indivíduo esteja vivo, apesar de o cérebro continuar trabalhando, podendo ficar horas nesse estado.

“Salvo pelo gongo?”

Se você fosse inglês, teria um problema: onde você seria enterrado? A Inglaterra é um país tão pequeno que mal tem espaço para você cair morto (que dilema, não?). Então, era comum que os caixões fossem abertos e os ossos retirados para serem postos nos ossários para que o túmulo fosse utilizado por outro cadáver.

(continua...)



Não raro, os caixões, quando abertos, tinham arranhões nas tampas no lado de dentro, que indicavam que o morto estava, de fato, vivo (lutando para sair). Em virtude disso, para não enterrarem mais mortos que estavam “vivos”, criaram um esquema de “salvação”: se amarrava uma corda no pulso no defunto, que era ligada com um sino no lado de fora. Alguém ficava de plantão ao lado do túmulo por uns dias. Se o morto acordasse, então seu braço se movimentaria, fazendo o sino tocar, sendo salvo pelo sino (ou “sendo salvo pelo gongo”, expressão usada atualmente). 


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