domingo, 4 de março de 2007

Um tal de Louis Daguerre

Entra nessa historinha um outro cara: Louis Daguerre. Ele conhece Nièpce após este ter publicado suas heliografias, que eram outras reproduções. Daguerre ficou feliz e se entusiasmou: as duas mentes juntas poderiam pensar melhor e criar técnicas melhores para as imagens. Então Louis se torna sócio de Nièpce no ano de 1829, depois de muito tempo tentando convencê-lo disso. Porém, duas mentes brilhantes mas uma na contra-mão da outra não deu certo. Daguerre queria obter imagens melhores, mais nítidas. Mas Nièpce queria descubrir algum meio de tirar cópia de imagens. Os dois não chegaram em lugar nenhum, quer dizer, Nièpce chegou ao caixão: depois de quatro anos sócios, este último morre. Daguerre continua as experiências do ex-sócio e consegue aperfeiçoa-las. Confira o resto a história nos próximos "capítulos"...

Um comentário:

Silvana Schuler Pineda disse...

Olá, Figueiredo!
Estou gostando muito do teu blog. Estás num bom caminho. A apresentação está boa. O assunto é interessante. Muito bom!
Por enquanto estou gostando muito. Amanhã conversamos mais na aula.
Abraço da prof